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		<title>Pandemia agravou o endividamento familiar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Libratta]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2024 09:39:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O endividamento familiar bate recorde durante a pandemia. No fim de fevereiro de 2021, mais de 66% das famílias brasileiras]]></description>
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									O endividamento familiar bate recorde durante a pandemia. No fim de fevereiro de 2021, mais de 66% das famílias brasileiras estavam endividadas e 51% de toda a renda estava comprometida com os bancos. É o que aponta estudo da Confederação Nacional do Comércio. Como controlar o caixa familiar e pessoal mesmo em tempos de crise? Veja as dicas do planejador financeiro André Frohlich.								</div>
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		<title>Seis em cada dez famílias brasileiras tem dívidas em comum, diz pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Libratta]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2024 09:29:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[IMPRENSA]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais da metade das famílias que participaram da pesquisa, quase 60%, disseram que estão endividadas. Como eles se enrolaram assim?]]></description>
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									<p>Mais da metade das famílias que participaram da pesquisa, quase 60%, disseram que estão endividadas. Como eles se enrolaram assim?</p><p>Fiel escudeiro do brasileiro, o Código de Defesa do Consumidor vai ser reformado. Vem aí um código mais preocupado ainda com o bolso das pessoas e, principalmente com o bolso dos endividados. É muita gente: 60% das famílias ouvidas por uma pesquisa da Confederação Nacional do Comércio responderam que estão endividadas.</p><p>E o pior: essa mesma pesquisa mostrou que 8% dos entrevistados vão fechar janeiro sem ter condições de pagar suas dívidas. Estão superendividados. Quem defende mudanças no código diz que os contratos de crédito devem ser mais transparentes e que os consumidores precisam mesmo entendê-los.</p><p>Com gastos extras no fim do ano e com as férias, se não cuidar direito das contas o fim dessa história já se sabe como é. “Estou gastando mais do que ganha e me embaraçando toda”, diz uma senhora. Daí para virar rotina é um pulo. “Eu sou endividado”, admite um senhor.</p><p>Uma pesquisa da Confederação Nacional do Comércio quis saber como andam as finanças do consumidor. Ouviu 17,8 mil famílias. Ao todo, 22% disseram que têm contas atrasadas e 7,9% não terão como pagar o que devem. Mais da metade das famílias que participaram da pesquisa, quase 60%, disseram que estão endividadas. Como eles se enrolaram assim?</p><p>“Geralmente a gente faz uma dívida pequena aqui, outra dívida pequena lá. Só que quando chega ao final do mês, se a gente não anotar nada, fica bagunçado. Chega ao final do mês e a gente não tem mais controle da dívida”, comenta o garçom Washington de Souza.</p><p>O consultor de finanças pessoais Rogério Olegário sabe bem como é isso. Ele diz que tudo começa com o cheque especial. “A primeira ferramenta do endividamento é o cheque especial. A pessoa abre uma conta no banco e já ganha como ‘benefício’, digamos assim, o cheque especial. Isso acaba virando um adendo ao seu salário”, explica Rogério Olegário.</p><p>Quando se percebe o tamanho do rombo pode ser difícil sair dele. “Eu me enrolei uma vez e demorei dois anos e meio para poder pagar essa dívida”, disse um senhor.</p><p>Quem entende do assunto, como o consultor financeiro Rogério Olegário, alerta: “O problema não é quanto você ganha. É como você usa o seu dinheiro e o que você faz com ele. Eu tenho na minha lista de clientes pessoas com salários altos, de R$ 50 mil, pessoas com salário de R$ 5 mil de salário. Já atendi até pessoas com R$ 500 de salário, e todas com o mesmo problema: a falta de educação financeira”.</p><p>O Código de Defesa do Consumidor vai ser reformado depois de 20 anos. Uma das propostas é exigir que o cliente seja mais bem esclarecido sobre o que vai pagar pelo crédito tomado. Outra ideia é ajudar os endividados na hora de negociar o pagamento da dívida.</p><p>“Os bons pagadores se prejudicam quando o número de maus pagadores e maus pagadores que não são estritamente falando caloteiros, mas que perderam o controle das suas finanças, o preço do crédito aumenta e toda a sociedade, inclusive os bons consumidores, acaba pagando um custo maior pelo dinheiro”, afirma o ministro do STJ, Herman Benjamin, que também é presidente comissão de reforma do Código do Consumidor.</p><p>O ministro Herman Benjamin coordena o trabalho de revisão do código. Uma das propostas aumenta o poder dos Procons para que eles possam, por exemplo, garantir acordos de renegociação de dívidas entre clientes e empresas. Agora o ideal mesmo é evitar o endividamento e pensar muito antes de gastar.</p><p>Autor: <a href="https://br.linkedin.com/in/rogeriolibratta" target="_blank" rel="noopener"><strong>Rogério Olegário</strong></a></p>								</div>
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		<title>Especial: Antecipar a restituição do IR só se for para quitar dívidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Libratta]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2024 09:12:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pondere bem antes de contratar uma linha de crédito especial para antecipação do valor a ser restituído do Imposto de]]></description>
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									<p>Pondere bem antes de contratar uma linha de crédito especial para antecipação do valor a ser restituído do Imposto de Renda. Especialistas advertem que a primeira pergunta que o contribuinte deve se fazer é qual a finalidade da utilização desse empréstimo antecipado. Se for apenas para consumo, esqueça. Tanto o professor de Ciências Contábeis da Universidade Ibirapuera (Unib), João Carlos Natal, quanto o diretor da consultoria brasiliense Prosperare Finanças Pessoais, Rogério Olegário, concordam que a antecipação da restituição é válida apenas se o propósito for saldar dívidas com o cartão de crédito, cheque especial ou empréstimos com taxas abusivas. “Devemos levar em consideração que, se a Receita mantiver o calendário de anos anteriores, as restituições começarão este ano em 15 de junho, portanto o período da antecipação (março) e o primeiro lote (junho) será de pelo menos três meses”, observa o professor da Unib, destacando que a linha de crédito mais barata trará um fôlego financeiro maior para saldar a dívida. O consultor endossa a avaliação dizendo que “vale a pena pagar alguns reais para antecipar a devolução e quitar as dívidas”. Depois disso, Olegário aproveita para brincar e sugerir ao devedor que peça perdão à Santa Edwiges (padroeira dos endividados) e prometa que não voltará a pecar e, a partir de agora, irá se organizar melhor financeiramente.</p><p>Notícia publicada por Estadão.</p>								</div>
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		<title>Seu amigo, o gerente do banco</title>
		<link>https://libratta.yazztecnologia.com.br/seu-amigo-o-gerente-do-banco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Libratta]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2024 08:49:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quando pergunto às pessoas a quem elas recorrem quando querem se informar ou tomar uma decisão sobre investimentos, a maioria]]></description>
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									<p>Quando pergunto às pessoas a quem elas recorrem quando querem se informar ou tomar uma decisão sobre investimentos, a maioria responde “ao meu gerente de banco, afinal, ele, ou ela, é a ‘pessoa’ do mercado financeiro”. Segundo Aurélio Buarque de Holanda, no Novo Dicionário da Língua Portuguesa, “gerente. [Do lat. gerente.] Adj. 2 g. e s. 2 g. que ou quem gere ou administra negócios, bens ou serviços.”</p><p>Há tempos, nos bancos só havia um gerente – o da agência. Era ele que a administrava e geria os negócios. Mais recentemente, os bancos descobriram que a maioria das pessoas não administra as próprias contas. Isso se dá por falta de tempo, por procrastinação, por desconhecimento e outros motivos. Desse modo, foram colocados “gerentes” para cuidar delas. Hoje, diversos funcionários em um banco têm o título de gerente. É o gerente de contas. Você se refere a ele como “o meu gerente”.</p><p>Seu gerente? Por acaso ele é seu funcionário, pago por você para administrar e gerir seus negócios? Creio que não. Pior ainda, você acha que ele, além de seu gerente é seu amigo? Lembre-se: para ele você é, simplesmente, cliente. Portanto, para você, ele é um funcionário do banco, pago pelo banco, com pesadas metas para vender serviços e produtos financeiros.</p><p>Cuidado. Nessa hora a “amizade” serve para convencer você a aceitar um produto ou serviço do qual você não precisa, que não pode contratar ou que até mesmo desconhece – a título de ajudá-lo (o gerente) a cumprir metas. Pela “amizade” ele concede a você um empréstimo. Desde que você contrate também um seguro, um título de capitalização ou uma previdência privada – às vezes os três. Tudo para, de novo, ajudá-lo. Além de ferir o Código de Defesa do Consumidor, ele acaba emprestando a você parte do seu próprio dinheiro. Amigão, ele.</p><p>Quem investe ou toma decisões financeiras baseadas nas orientações do “gerente-amigo” corre o risco de ter os interesses sobrepostos pelos da instituição. É simples. O bom funcionário atende, acima de tudo, aos ditames do empregador e os produtos indicados para você tendem a ser aqueles mais rentáveis. Para o banco.</p><p>Tire a prova. Você já foi aconselhado a reduzir gastos ou a não usar o cartão de crédito para evitar um endividamento? Já foi chamado para conversar sobre melhores opções de investimentos para você? Taxas e tarifas, algumas foram baixadas por livre e espontânea vontade do seu gerente? Ele já aconselhou você a NÃO contratar títulos de capitalização, consórcios ou produtos de previdência privada? Já sei, as respostas foram “não”!</p><p>Além disso, você já viu o seu amigo gerente recomendando-lhe mudar de banco? Claro que não, seu banco pode estar na iminência de quebrar e nada vai ser dito a você. E mesmo que seu banco seja muito bom, sempre haverá bancos melhores que o seu; porém, dificilmente, seu gerente vai dizer isso.</p><p>Portanto, assuma as rédeas da sua vida financeira. Dedique tempo a ela, informe-se sobre o melhor de cada banco, tarifas, taxas, serviços, atendimento, fundos, informações ao cliente. Pesquise qual banco atende você com mais rapidez, mais qualidade e, se achar banco melhor que o seu, mude. Mude e gerencie a sua conta. Afinal, o gerente dela é você. Ninguém mais.</p><p>Texto de Rogério Olegário publicado no portal Administradores.</p>								</div>
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